Quem nunca se divertiu vendo alguém invadindo o campo durante uma partida de futebol? Isso não é de hoje, faz tempo que acontece esses lances inusitados no mundo esportivo. Se engana, quem pensa que só o futebol tem o privilégio de ter intrusos correndo e bagunçando a partida.
Na final da última Copa do Mundo, um louco invadiu o campo e tentou colocar um gorro de papai noel na taça FIFA. Teve uma invasão um tanto quanto estranha, não que os peladões de plantão sejam normais. Um italiano, invadiu uma partida entre Juventos e Roma para dar um beijinho no rosto do Totti da equipe romana e muso da esquadra azzurra! Aposto que fez inveja em muitas mulheres.
http://www.youtube.com/watch?v=AQNPtmcAAbA
(Fã dando beijo no Totti)
Nos últimos dias tivemos um peladão invadindo o campo durante o campeonato inglês, ri com algumas meninas comentando a situação no facebook. Logo meu irmão me indagou: Mulher devia entrar pelada também. Respondi que isso já aconteceu, muitos marmanjos adoraram a situação, a senhorita peladona até balançou as redes e olha que foi um golaço.
http://www.youtube.com/watch?v=ZQGn1z3YV48&oref=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fresults%3Fsearch_query%3Dmulhr%2Binvade%2Bjogo%2Bda%2Bsele%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bde%2Bportugal%26oq%3Dmulhr%2Binvade%2Bjogo%2Bda%2Bsele%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bde%2Bportugal%26aq%3Df%26aqi%3D%26aql%3D%26gs_sm%3D3%26gs_upl%3D106l9006l0l9239l71l38l0l23l0l1l658l1839l5-3l5l0
(Mulher pelada invade e marca gol)
Mas nem sempre são engraçadas as invasões, qual brasileiro que até hoje não fica “Pê da vida” com aquele padre irlandês, que atrapalhou o Wanderlei Cordeiro de Lima durante a maratona das Olimpíadas de Atenas (2004). O brasileiro liderava a prova até o maluco que invadir e jogá-lo em cima da torcida, o bronze do maratonista teve sabor de ouro naqueles jogos.
http://www.youtube.com/watch?v=4CssT76PWaU (Padre prejudica a maratona)
O tal padre irlandês que prejudicou o brasileiro nas olimpíadas é maluco mesmo. Ele já tinha invadido uma corrida de fórmula 1! No grande prêmio de Silverstone, na Inglaterra, atrapalhou todos e obrigou o carro de segurança a entrar na pista. O detalhe é que isso ocorreu em 2003, um ano antes dos Jogos Olímpicos que ele invadiu.
http://www.youtube.com/watch?v=dpesYL9iNRs (O padre prejudica a fórmula-1)
Nem sempre os invasores se dão bem e conseguem escapar da polícia e dos seguranças, nos EUA teve um torcedor empolgado que resolveu invadir uma partida de futebol americano. O resultado foi que ele levou um “tackle” de um jogador, sim o jogador deu um daqueles encontrões no torcedor. Bem feito, né?
http://www.youtube.com/watch?v=BhlQ8MsBvpg
(Jogador derruba o torcedor invasor)
Já vimos cachorro invadir jogo de Copa do Mundo, Garrincha que o diga, ficou lá tentando fazer o bichinho sair do campo. Já tivemos o “Homem Picanha” invadindo de tanguinha um jogo entre Santos e São Paulo , na Vila Belmiro. O mais incrível é que o “Homem Picanha” era torcedor do Santos e não do São Paulo, clube que leva a fama de ser “bambi”. Escrevi o texto para falar das invasões que são em teorias leves, nada de invasão de torcida assim como já vimos muitas vezes no futebol brasileiro e mundial. Vai dizer, quem não gosta de uma pelada, o problema é que tem pessoas que confundem a pelada de futebol, com entrar pelada no futebol. Faz parte do folclore esportivo.
http://www.youtube.com/watch?v=9mIpb4B2b-Q (Melhores invasões de campo)
22 de fevereiro de 2012
18 de dezembro de 2011
Faltou ousadia e alegria
Sempre defendi o Neymar como sendo um craque já. Mas não é ainda! Hoje ele mostrou que sente a pressão. Palavras maduras no fim do jogo, com olhos marejados, mas isso não apaga a falta de combatividade dele durante os 90 minutos contra o Barcelona.
Em nenhum momento hoje o Neymar foi o Neymar eleito o melhor jogado da América e do Brasileirão nesse ano. Faltou o principal lema dele: Ousadia e alegria. Sobrou para o Messi isso. Nas redes sociais os comentários infames detonam o jovem jogador, sem motivo nenhum.
Neymar é um jovem de 19 anos, que é gênio mas também pode se sentir pressionado, foi o que aconteceu hoje. A torcida do Santos depositou todas as esperanças em cima do novo “Rei” da Vila. Ser comparado com Pelé é complicado, carregar nas costas a esperança de uma torcida que desde 1963 não via seu time em uma final de mundial é duplamente complicado.
A torcida do santos sonhava com o tri mundial, o time da Vila Belmiro acabou sendo tri, triturado pelo Barcelona, o time catalão simplesmente deu uma aula de futebol, sorte do Santos que teve aula na pratica e não na teoria como os outros times que ficaram na Tv assistindo a partida.
Não importa agora ficar pensando no que poderia ter acontecido se Neymar, Ganso e companhia tivessem jogado para valer, o que temos que pensar é em fazer algo igual o Barça faz. O Barcelona revela jogadores há 30 anos, eles se preocupam faz tempo com as categorias de base, algo que o futebol brasileiro não dá a devida importância.
Na derrota aprendemos muito mais do que na vitória. Que seja feito o sacrifício hoje para que no futuro possamos colher bons frutos. Parabéns Barcelona pelo segundo título mundial, parabéns Santos por perder de cabeça erguida e reverenciar o melhor time do mundo.
Em nenhum momento hoje o Neymar foi o Neymar eleito o melhor jogado da América e do Brasileirão nesse ano. Faltou o principal lema dele: Ousadia e alegria. Sobrou para o Messi isso. Nas redes sociais os comentários infames detonam o jovem jogador, sem motivo nenhum.
Neymar é um jovem de 19 anos, que é gênio mas também pode se sentir pressionado, foi o que aconteceu hoje. A torcida do Santos depositou todas as esperanças em cima do novo “Rei” da Vila. Ser comparado com Pelé é complicado, carregar nas costas a esperança de uma torcida que desde 1963 não via seu time em uma final de mundial é duplamente complicado.
A torcida do santos sonhava com o tri mundial, o time da Vila Belmiro acabou sendo tri, triturado pelo Barcelona, o time catalão simplesmente deu uma aula de futebol, sorte do Santos que teve aula na pratica e não na teoria como os outros times que ficaram na Tv assistindo a partida.
Não importa agora ficar pensando no que poderia ter acontecido se Neymar, Ganso e companhia tivessem jogado para valer, o que temos que pensar é em fazer algo igual o Barça faz. O Barcelona revela jogadores há 30 anos, eles se preocupam faz tempo com as categorias de base, algo que o futebol brasileiro não dá a devida importância.
Na derrota aprendemos muito mais do que na vitória. Que seja feito o sacrifício hoje para que no futuro possamos colher bons frutos. Parabéns Barcelona pelo segundo título mundial, parabéns Santos por perder de cabeça erguida e reverenciar o melhor time do mundo.
9 de novembro de 2011
Neymar fica para imortalizar a 11
Dia 9 de novembro de 2011, esse dia ficará marcado na história do futebol nacional. Mais uma vez a diretoria do Santos e Neymar surpreendem o mundo e anunciam uma ampliação do contrato.
Não é de hoje que jornais do mundo inteiro especulam a jóia do Santos nos maiores clubes do mundo: Barcelona, Real Madrid. A jogada de marketing iniciada ano passado quando o Chealse tentou levar o garoto para a Inglaterra surtiu efeito. O jogador fechou vários contratos publicitários, ganhou mais um paulista, foi o nome do time na Taça Libertadores, se consolidou como maior nome da seleção na atualidade. Para coroar tudo isso, ficou entre os 23 finalista, da Bola de Ouro da FIFA, pela primeira vez um jogador de fora da Europa chega para concorrer ao prêmio de melhor jogador do mundo.
Neymar pai é essencial na carreira do filho, não se ilude com qualquer proposta, não pensa somente em dinheiro, pensa primeiro na felicidade e no bem estar do filho. Neymar Junior, ficou por que, muitos devem se perguntar. A resposta é bem simples, ele que se imortalizar na história do Santos, tem tudo para ser o melhor jogador do time após o Rei.
Se Pelé na década de ouro do Santos imortalizou a camisa 10, Neymar tem tudo para imortalizar o número 11. O fico dado por ele hoje é importante não somente para o Santos, e seus torcedores, é importante para o futebol nacional. Com os três ‘nãos’ que Neymar já deu a clubes europeus, o Brasil mostra que cada vez mais esta com um futebol forte.
Para que ir embora, jogar num campeonato onde só dois times brigam pelo título? É muito melhor ficar no Brasil onde faltando 5 rodadas para o fim temos 5 times brigando pela taça. Quer gosto melhor do que poder ser o melhor jogador de uma Copa jogando no futebol do seu próprio país? É isso que Neymar quer! Ser melhor jogador da Copa de 2014, ganhar o premio de melhor do mundo, jogando no Brasil, sem sair de Santos.
Hoje o garoto que é odiado e adorado por muitos, deu um passo importante para se tornar, quem sabe, o maior ídolo dos últimos anos do nosso futebol que anda muito empobrecido de ídolos. Que Ganso, Lucas, Damião e outras jovens estrelas sigam o mesmo passo, pois assim teremos em uns dois anos, reconhecido pelo mundo, o nosso futebol nacional como o melhor do planeta.
26 de setembro de 2011
Dossiê 2014 - Corrupção, interesses e a Copa no Brasil
Era uma segunda feira, 30 de julho de 2007. O nome que o presidente da FIFA Joseph Blatter iria tirar do envelope, todos já sabiam qual seria, mas a apreensão, o nervosismo era grande. Exclamando “Brasil!” o presidente da FIFA iniciava mais uma jornada de corrupção envolvendo uma Copa do Mundo.
Na ocasião, Luís Inácio Lula da Silva então presidente da república e Ricardo Teixeira presidente da CBF, deram garantias de que os estádios seriam construídos todos com dinheiro da iniciativa privada, mera ilusão.
Depois de toda a festa, os executivos brasileiros colocaram a mão na massa, e escolheram a dedo as 12 cidades que vão receber os jogos da Copa, incrível ou não, cidades com estádios prontos ficaram de fora, caso de Belém do Pará que tem o magnífico estádio do Mangueirão.
A partir da escolha das sub-sedes uma pergunta rondou a cabeça de grande parte da população, vários estádios seriam construídos só para a Copa, gastos exagerados para receber dois ou no máximo três jogos. Estamos criando elefantes brancos, praças esportivas que não vão ter utilidade após o mundial, como o estádio que está sendo construído em Manaus por exemplo.
Explicar o motivo de termos sido eleitos sede da Copa é fácil. Pode explicaR 2014 colocando no mesmo pacote as sedes de 2018 e 2022 que já foram escolhidas pela FIFA. Em 2018 teremos o mundial na incrível Rússia e 2022 no Catar um país com “grandes laços futebolísticos”. A justificativa da FIFA foi que assim estará popularizando o futebol. Ela que popularizar ainda mais o esporte mais popular do mundo, vai entender.
A minha explicação para nossa Copa é a seguinte, é muito mais fácil ganhar dinheiro em países emergentes, é muito mais fácil erguer super estádios em países propensos à corrupção. É muito mais fácil erguer um estádio do chão como o “Itaquerão”, do que reformar o Morumbi, afinal de contas 1,5 bi de um estádio saindo do zero em um país como o Brasil não é nada.
Se a Copa extrapolar o valor inicial como aconteceu com o PAN do Rio em 2007 o povo brasileiro vai sofre e muito, no jogos do Rio o gasto inicial seria de R$380 milhões, só que passou um pouquinho desse valor, acabou sendo gasto R$ 4,6 bilhões, 13 vezes mais do que o orçamento inicial.
O jornalista escocês Andrew Jennings é o principal inimigo dos dirigentes esportivos internacionais, segundo ele “Poucos fãs fora do Brasil não reconheceriam Teixeira, aqueles que conhecem veem um homem que enriqueceu explorando o futebol brasileiro” discorre o jornalista. O presidente da CBF, esta mal visto na Europa desde o relatório Dias de 2001, elaborado pelo Senador Álvaro Dias durante a CPI do futebol.
Tetra campeão mundial pela seleção, o hoje deputado Federal Romário,fez uma entrevista com o jornalista Andrew Jennings, afim de investigar possíveis desvios e corrupções nas obras da Copa no Brasil. Romário afirmou que após a entrevista percebeu que a Copa no Brasil não passou de um presente de Blatter para Ricardo Teixeira continuar fiel ao mandatário da FIFA.
A corja: Joseph Blatter, Ricardo Teixeira e João Havelange vai lucrar muito com a Copa 2014, isso se tivermos Copa, pois muitas sedes não estão no prazo, salvo Minas e Bahia. Nossa querida Curitiba, por exemplo, nem começou a preparar o estádio.
Definitivamente a Copa de 2014 vai seguir o slogan do governo: Brasil um país de todos!
Na ocasião, Luís Inácio Lula da Silva então presidente da república e Ricardo Teixeira presidente da CBF, deram garantias de que os estádios seriam construídos todos com dinheiro da iniciativa privada, mera ilusão.
Depois de toda a festa, os executivos brasileiros colocaram a mão na massa, e escolheram a dedo as 12 cidades que vão receber os jogos da Copa, incrível ou não, cidades com estádios prontos ficaram de fora, caso de Belém do Pará que tem o magnífico estádio do Mangueirão.
A partir da escolha das sub-sedes uma pergunta rondou a cabeça de grande parte da população, vários estádios seriam construídos só para a Copa, gastos exagerados para receber dois ou no máximo três jogos. Estamos criando elefantes brancos, praças esportivas que não vão ter utilidade após o mundial, como o estádio que está sendo construído em Manaus por exemplo.
Explicar o motivo de termos sido eleitos sede da Copa é fácil. Pode explicaR 2014 colocando no mesmo pacote as sedes de 2018 e 2022 que já foram escolhidas pela FIFA. Em 2018 teremos o mundial na incrível Rússia e 2022 no Catar um país com “grandes laços futebolísticos”. A justificativa da FIFA foi que assim estará popularizando o futebol. Ela que popularizar ainda mais o esporte mais popular do mundo, vai entender.
A minha explicação para nossa Copa é a seguinte, é muito mais fácil ganhar dinheiro em países emergentes, é muito mais fácil erguer super estádios em países propensos à corrupção. É muito mais fácil erguer um estádio do chão como o “Itaquerão”, do que reformar o Morumbi, afinal de contas 1,5 bi de um estádio saindo do zero em um país como o Brasil não é nada.
Se a Copa extrapolar o valor inicial como aconteceu com o PAN do Rio em 2007 o povo brasileiro vai sofre e muito, no jogos do Rio o gasto inicial seria de R$380 milhões, só que passou um pouquinho desse valor, acabou sendo gasto R$ 4,6 bilhões, 13 vezes mais do que o orçamento inicial.
O jornalista escocês Andrew Jennings é o principal inimigo dos dirigentes esportivos internacionais, segundo ele “Poucos fãs fora do Brasil não reconheceriam Teixeira, aqueles que conhecem veem um homem que enriqueceu explorando o futebol brasileiro” discorre o jornalista. O presidente da CBF, esta mal visto na Europa desde o relatório Dias de 2001, elaborado pelo Senador Álvaro Dias durante a CPI do futebol.
Tetra campeão mundial pela seleção, o hoje deputado Federal Romário,fez uma entrevista com o jornalista Andrew Jennings, afim de investigar possíveis desvios e corrupções nas obras da Copa no Brasil. Romário afirmou que após a entrevista percebeu que a Copa no Brasil não passou de um presente de Blatter para Ricardo Teixeira continuar fiel ao mandatário da FIFA.
A corja: Joseph Blatter, Ricardo Teixeira e João Havelange vai lucrar muito com a Copa 2014, isso se tivermos Copa, pois muitas sedes não estão no prazo, salvo Minas e Bahia. Nossa querida Curitiba, por exemplo, nem começou a preparar o estádio.
Definitivamente a Copa de 2014 vai seguir o slogan do governo: Brasil um país de todos!
16 de agosto de 2011
Uma seleção Utópica
Brasil, meu Brasil brasileiro, terra de craques que sambam com a bola nos pés, que gingam maliciosamente entortando os adversários, encantando o mundo com seu futebol arte, sua classe em campo.
Saudade né? Da época que víamos os jogos da seleção com alegria, vontade, com a certeza que veríamos o belo futebol e que não nos importávamos com o resultado, mas sim com o espetáculo proporcionado pelo escrete canarinho.
Naquela época, distante época, que só vejo pelos vídeos no youtube, o Brasil tinha realmente craques, suavam, davam o sangue pela seleção... igual hoje né galera? Ok brincadeira, hoje não vemos o suor dos jogadores, talvez pelas modernidades dos uniformes, feitos sobre medida para o corpo dos atletas que não os deixam transpirar, pura balela, queria ver eles jogarem com camisa de algodão e bola de couro e uma chuteira hiper pesada, além de um campo repleto de buracos parecido com os das várzeas.
Hoje, creio que nossos “queridos” atletas estão mais preocupados com em saber a quantidade de seguidores no twitter, em quantos “curtir” sua página do facebbok recebeu, mas jogar bola, vixi anda feio o negócio.
Como pode hoje não termos, um nome certo no ataque da seleça, como pode a 10 estar sem dono? Bom nós temos um futuro dono da 10 de Pelé, o Ganso, ouviu Mano?! Temos Neymar, Robinho, Pato, Ronaldinho, Kaká. Temos o Hernanes, estão entendendo Mano’s?
Hoje me pergunto, como pode um técnico entender menos do que nós meros torcedores? É óbvio que certos jogadores estão na seleção por interesse, nada contra, mas o Ralf na seleção é piada, Elias? Por favor Mano, acorde pro mundo, ligue pro Zagallo, Parreira, Felipão, Luxa, qualquer técnico, até mesmo o Roth pois ele tem uma Libertadores e você Mano, o título de mais expressão é uma Copa do Brasil.
A seleção renovada do Mano é totalmente utópica, não passa de plantel pra inglês ver, não saber usar as armas que tem em mãos. Abre os olhos é seleção, segue o lema do Muricy “ Aqui é trabalho”. Se a carruagem continuar andando dessa forma é como o pentacampeão Rivaldo falou seremos um fiasco em 2014.
Será utopia ou realidade? É a seleção canarinho renovada, no time dos micos do futebol mundial!
Saudade né? Da época que víamos os jogos da seleção com alegria, vontade, com a certeza que veríamos o belo futebol e que não nos importávamos com o resultado, mas sim com o espetáculo proporcionado pelo escrete canarinho.
Naquela época, distante época, que só vejo pelos vídeos no youtube, o Brasil tinha realmente craques, suavam, davam o sangue pela seleção... igual hoje né galera? Ok brincadeira, hoje não vemos o suor dos jogadores, talvez pelas modernidades dos uniformes, feitos sobre medida para o corpo dos atletas que não os deixam transpirar, pura balela, queria ver eles jogarem com camisa de algodão e bola de couro e uma chuteira hiper pesada, além de um campo repleto de buracos parecido com os das várzeas.
Hoje, creio que nossos “queridos” atletas estão mais preocupados com em saber a quantidade de seguidores no twitter, em quantos “curtir” sua página do facebbok recebeu, mas jogar bola, vixi anda feio o negócio.
Como pode hoje não termos, um nome certo no ataque da seleça, como pode a 10 estar sem dono? Bom nós temos um futuro dono da 10 de Pelé, o Ganso, ouviu Mano?! Temos Neymar, Robinho, Pato, Ronaldinho, Kaká. Temos o Hernanes, estão entendendo Mano’s?
Hoje me pergunto, como pode um técnico entender menos do que nós meros torcedores? É óbvio que certos jogadores estão na seleção por interesse, nada contra, mas o Ralf na seleção é piada, Elias? Por favor Mano, acorde pro mundo, ligue pro Zagallo, Parreira, Felipão, Luxa, qualquer técnico, até mesmo o Roth pois ele tem uma Libertadores e você Mano, o título de mais expressão é uma Copa do Brasil.
A seleção renovada do Mano é totalmente utópica, não passa de plantel pra inglês ver, não saber usar as armas que tem em mãos. Abre os olhos é seleção, segue o lema do Muricy “ Aqui é trabalho”. Se a carruagem continuar andando dessa forma é como o pentacampeão Rivaldo falou seremos um fiasco em 2014.
Será utopia ou realidade? É a seleção canarinho renovada, no time dos micos do futebol mundial!
8 de julho de 2011
A maldição da 10 do Barça

O que Ronaldinho Gaúcho e Messi tem em comum? Não é somente o fato dos dois terem sido eleitos o melhor do mundo duas vezes pela FIFA. O brasileiro fez um baita sucesso vestindo a camisa 10 do Barcelona, o argentino herdou o número e hoje é o detentor da 10 do clube da catalunha.
Mas não é só isso que os dois tem em comum. Lembram que melhor fase da carreira do Ronaldinho Gaúcho, quando ele dava aqueles elásticos, chapéus, show no Barcelona, ele não brilhava pela nossa seleção! Pois bem, Copa do Mundo de 2006, o Gaúcho então melhor jogador do mundo vestia a sagrada camisa 10 da seleção e o que aconteceu? Vocês se lembram, não preciso tocar nem recordar o quanto foi decepcionante aquele mundial do Gaúcho.
Hoje vemos o Messi, que só não faz chover pelo Barça, e não duvidaria que se me falassem que ele fez chover durante algum jogo, parece um jogador de vídeo-game, faz coisas inacreditáveis com a bola, ágil, rápido, inteligente e com uma categoria invejável... Então, isso pelo Barça. Na seleção da Argentina não passa de um mero fiasco, ta certo que o time argentino não tem as estrelas que o Barcelona tem, mas o Messi nem de longe lembra o jogador que esta perto de ser novamente eleito o melhor do Mundo.
Na época em que o Gaúcho vestia as cores do time espanhol, a torcida brasileira cobrava dele uma partida no mesmo nível das que ele fazia pelo clube, hoje a torcida argentina faz o mesmo em relação ao Messi.
O menino considerado por muitos melhor do que “Dom Dieguito” já decepcionou no mundial da África, na Copa América desse ano ainda não mostrou ser o Messi do Barça na seleção do seu país. Hoje se me perguntassem quem é melhor, Messi ou Gaúcho, não hesitaria e responderia: Messi!
Mas se pararmos para analisar, o Gaúcho foi um jogador importantíssimo para a conquista do mundial de 2002 para o Brasil, tudo bem que ele só fez um jogo decente vestindo a amarelinha ao meu ver, aquele jogo contra a Inglaterra nas quartas da Copa daquele ano, mas o Messi até agora nem isso fez.
Será essa coincidência com o número 10 do Barça, de amaldiçoar os craques nas suas respectivas seleções mais uma história a ser contada no mundo futebolístico? Só o
futuro nos responderá... E aí depois do Messi quem vai ser o amaldiçoado da vez?
25 de maio de 2011
Uma Fábrica de craques
Final de Copa do Mundo. Em campo 22 jogadores correndo atrás de um outro grande sonho, ser campeão do mundo vestindo as cores de sua pátria. Realizar esse sonho é tão difícil quanto realizar o primeiro, ser jogador de futebol. Dizem que esta no gene do brasileiro amar o futebol, que esta no DNA dos homens (e hoje cada vez mais das meninas) terem uma paixão avassaladora por correr atrás de uma pelota.
Nove em cada dez meninos sonham em ser jogadores de futebol, desses nove, se um se tornar profissional já é lucro. Eu sonhei. Você sonhou. Como diz a música... “Quem não sonhou em ser jogador de futebol?”.
Na infância correr para a rua, tirar par ou ímpar, escolher o time, usar aquele kichute, pegar tijolos e contar os passos para montar o gol, sem árbitro, sem público, mas nesse momento a imaginação toma conta, na mente os grandes estádios, San Siro, Camp Nou, La Bombonera e o Maraca! A realidade é diferente, o jogo não é parado pelas faltas, mas sim pelos carros, que passam e que muitas vezes “destroem” os golzinhos.
Nesse ambiente é que a criança se ambienta com o esporte bretão, que se apaixona, que leva para o resto da vida como o momento mais feliz, em que pelo menos no seu pensamento, realizou o sonho de ser jogador. “A bola sempre foi meu brinquedo preferido, sonhava em ser convocado para a seleção, mas óbvio que isso nunca aconteceu” discorre Carlos Almeida, de 67 anos e que muito tempo sonhou em jogar futebol profissionalmente.
Hoje os sonhos das crianças continuam os mesmo... correr atrás da idolatria que o futebol trás. É difícil, pelo menos em Curitiba, ver as cenas da minha infância e da infância de muitas crianças de antigamente, quando jogava futebol no portão de casa, na rua. Hoje o futebol é além de tudo “Marketing” a cobrança vem desde cedo.
Era um domingo típico na capital paranaense, tempo cinza, possibilidades de chuva. O relógio marcava 8:15 da manhã. Hora de muitas crianças estarem em casa com os pais dormindo. Mas não! No vestiário do campo do clube olímpico que elas estavam, muitas nervosas, afinal de contas era clássico PARATIBA, categoria dente de leite. Mas como diz o ditado “clássico é clássico e vice-versa”.
O nervosismo era evidente, a briga pela numeração das camisas também, “Eu quero a oito, eu a dez, joga a nove” esbravejavam. Mas um menino me chama a atenção, com seu cabelo moicano como o de outros nove meninos , todos no estilo “Neymar”; Mas não era o cabelo que tinha atraído meu olhar, muito menos sua chuteira verde limão, mas sim a numeração que pediu, “Manda a 5”. Me aproximo, pergunto qual sua expectativa pro jogo, timidamente responde enquanto tenta amarrar as chuteiras: “Hoje é clássico, vamos em busca da vitoria mas vai ser difícil” explicou Leandro, que com apenas 10 anos respondeu a pergunta feito gente grande.
O jogo começa, estádio ‘lotado’, cerca de 150 pessoas. Os sentimentos são os de um jogo profissional, muitas vezes nem percebemos que se trata de uma partida sub-11. Palavreado típico dos jogos. É “filho da puta” pra lá, “ladrão” pra cá. Vai se “fuder” juiz de merda. E a bola comendo solta.

Observo os pais do menino da chuteira verde limão, a mãe tranquila, já o pai agitado, gritando, falando sobre o posicionamento do filho como se fosse o técnico. “ Bem que a gente tenta não colocar pressão, falo em casa que ele tem que vir para se divertir. Mas quando o juiz apita e a bola rola, vem esse sentimento inexplicável, é futebol ninguém quer sair perdendo” afirma Claudemir Gama antes de mandar o árbitro para aquele lugar.
O jogo estava bom, se o frio tomava conta da arquibancada, no campo a coisa tava quente. Boas jogadas, dribles e o que o povo mais gosta: gol! Quem balançou o barbante primeiro foi o Paraná Clube, com a única menina que estava entre os 22 que jogavam, bela cobrança de falta, onde a coruja faz o ninho, sem chance para o goleiro que detinha pouco mais de um metro e meio! Após o intervalo o tricolor continuava melhor, não demorou e fez outro gol! O Coxa só acordou no fim de jogo quando fez seu gol de honra.
Apita o árbitro fim de jogo e meus pensamentos começaram a fluir, será que vi naquele jogo algum futuro jogador? Pode ser que sim e pode ser que não! Afinal de contas são apenas crianças, mas que jogaram como se fossem veteranas. Ver o jogo foi como se tivesse aberto um relicário e visto minha infância toda em apenas 40 minutos.
Foquei minha imagem no menino Leandro que, triste, abraça o pai, mãe e irmão. Pergunto a ele qual o seu maior sonho e sem pestanejar responde “Ser jogador de futebol, jogar uma Copa e fazer um gol na final”.
Instantaneamente lembrei-me das palavras que o ex jogador Sócrates, capitão da seleção brasileira em Copa do Mundo, me falou quando o indaguei se perder um pênalti contra a França nas quartas de final de 1986 foi o pior momento da sua carreira, “Pênalti todo mundo perde, é uma questão de trabalho, isso não vale nada. Entenda o seguinte, é muito mais importante uma lágrima do que um saco de dinheiro, é muito mais importante um carinho, um abraço, do que um gol na Copa do Mundo. É muito mais importante um amor, do que ser campeão do mundo.” , respondeu o craque da seleção me dando uma lição de moral.
Somos o país do futebol, sem dúvida! Temos o Rei, o galinho, o velho lobo e um anjo das pernas tortas que nos abençoa onde quer que ele esteja. Brasil, o país onde o futebol encanta as multidões. São tantos craques, que modestamente podemos afirmar que somos uma fábrica, onde se lapida talentos, antes do terrão das várzeas, hoje das escolinhas de futebol. E que não raramente viram astros do dia para a noite como Neymar jogador do Santos e Lucas do São Paulo, meninos com menos de 20 anos que já deixaram para trás o estigma de promessa e são realidade.
Lapidamos o talento antes mesmo dele nascer, o primeiro presente de um menino é uma bola, o primeiro uniforme que veste é o do time de coração do pai. Se bobear a primeira palavra que exclama, é GOL! Das milhares de crianças que jogam futebol no Brasil e que sonham em disputar uma final de copa e ser campeão vestindo o manto canarinho, talvez nenhuma delas seja, olha quantos craques que não foram. Mas sonhar faz bem!
Eu sonhei, você sonhou, lembra? Se não fui, na realidade, já fui no vídeo-game; se não marquei meu gol no Maracanã, ainda sonho em marcar. “Sonhei e continuo sonhando, nunca é tarde para marcar um gol no Maraca”, meu avô me disse uma vez!
Somos um país onde a imagem de um menino que cresce e sonha em se tornar um bem sucedido jogador de futebol, continua mais presente. Somos o país com um talento impressionante para fabricar craques, agora basta esperar e ver o quão produtiva vai ser a próxima safra.
Nove em cada dez meninos sonham em ser jogadores de futebol, desses nove, se um se tornar profissional já é lucro. Eu sonhei. Você sonhou. Como diz a música... “Quem não sonhou em ser jogador de futebol?”.
Na infância correr para a rua, tirar par ou ímpar, escolher o time, usar aquele kichute, pegar tijolos e contar os passos para montar o gol, sem árbitro, sem público, mas nesse momento a imaginação toma conta, na mente os grandes estádios, San Siro, Camp Nou, La Bombonera e o Maraca! A realidade é diferente, o jogo não é parado pelas faltas, mas sim pelos carros, que passam e que muitas vezes “destroem” os golzinhos.
Nesse ambiente é que a criança se ambienta com o esporte bretão, que se apaixona, que leva para o resto da vida como o momento mais feliz, em que pelo menos no seu pensamento, realizou o sonho de ser jogador. “A bola sempre foi meu brinquedo preferido, sonhava em ser convocado para a seleção, mas óbvio que isso nunca aconteceu” discorre Carlos Almeida, de 67 anos e que muito tempo sonhou em jogar futebol profissionalmente.
Hoje os sonhos das crianças continuam os mesmo... correr atrás da idolatria que o futebol trás. É difícil, pelo menos em Curitiba, ver as cenas da minha infância e da infância de muitas crianças de antigamente, quando jogava futebol no portão de casa, na rua. Hoje o futebol é além de tudo “Marketing” a cobrança vem desde cedo.
Era um domingo típico na capital paranaense, tempo cinza, possibilidades de chuva. O relógio marcava 8:15 da manhã. Hora de muitas crianças estarem em casa com os pais dormindo. Mas não! No vestiário do campo do clube olímpico que elas estavam, muitas nervosas, afinal de contas era clássico PARATIBA, categoria dente de leite. Mas como diz o ditado “clássico é clássico e vice-versa”.
O nervosismo era evidente, a briga pela numeração das camisas também, “Eu quero a oito, eu a dez, joga a nove” esbravejavam. Mas um menino me chama a atenção, com seu cabelo moicano como o de outros nove meninos , todos no estilo “Neymar”; Mas não era o cabelo que tinha atraído meu olhar, muito menos sua chuteira verde limão, mas sim a numeração que pediu, “Manda a 5”. Me aproximo, pergunto qual sua expectativa pro jogo, timidamente responde enquanto tenta amarrar as chuteiras: “Hoje é clássico, vamos em busca da vitoria mas vai ser difícil” explicou Leandro, que com apenas 10 anos respondeu a pergunta feito gente grande.
O jogo começa, estádio ‘lotado’, cerca de 150 pessoas. Os sentimentos são os de um jogo profissional, muitas vezes nem percebemos que se trata de uma partida sub-11. Palavreado típico dos jogos. É “filho da puta” pra lá, “ladrão” pra cá. Vai se “fuder” juiz de merda. E a bola comendo solta.
Observo os pais do menino da chuteira verde limão, a mãe tranquila, já o pai agitado, gritando, falando sobre o posicionamento do filho como se fosse o técnico. “ Bem que a gente tenta não colocar pressão, falo em casa que ele tem que vir para se divertir. Mas quando o juiz apita e a bola rola, vem esse sentimento inexplicável, é futebol ninguém quer sair perdendo” afirma Claudemir Gama antes de mandar o árbitro para aquele lugar.
O jogo estava bom, se o frio tomava conta da arquibancada, no campo a coisa tava quente. Boas jogadas, dribles e o que o povo mais gosta: gol! Quem balançou o barbante primeiro foi o Paraná Clube, com a única menina que estava entre os 22 que jogavam, bela cobrança de falta, onde a coruja faz o ninho, sem chance para o goleiro que detinha pouco mais de um metro e meio! Após o intervalo o tricolor continuava melhor, não demorou e fez outro gol! O Coxa só acordou no fim de jogo quando fez seu gol de honra.
Apita o árbitro fim de jogo e meus pensamentos começaram a fluir, será que vi naquele jogo algum futuro jogador? Pode ser que sim e pode ser que não! Afinal de contas são apenas crianças, mas que jogaram como se fossem veteranas. Ver o jogo foi como se tivesse aberto um relicário e visto minha infância toda em apenas 40 minutos.
Foquei minha imagem no menino Leandro que, triste, abraça o pai, mãe e irmão. Pergunto a ele qual o seu maior sonho e sem pestanejar responde “Ser jogador de futebol, jogar uma Copa e fazer um gol na final”.
Instantaneamente lembrei-me das palavras que o ex jogador Sócrates, capitão da seleção brasileira em Copa do Mundo, me falou quando o indaguei se perder um pênalti contra a França nas quartas de final de 1986 foi o pior momento da sua carreira, “Pênalti todo mundo perde, é uma questão de trabalho, isso não vale nada. Entenda o seguinte, é muito mais importante uma lágrima do que um saco de dinheiro, é muito mais importante um carinho, um abraço, do que um gol na Copa do Mundo. É muito mais importante um amor, do que ser campeão do mundo.” , respondeu o craque da seleção me dando uma lição de moral.
Somos o país do futebol, sem dúvida! Temos o Rei, o galinho, o velho lobo e um anjo das pernas tortas que nos abençoa onde quer que ele esteja. Brasil, o país onde o futebol encanta as multidões. São tantos craques, que modestamente podemos afirmar que somos uma fábrica, onde se lapida talentos, antes do terrão das várzeas, hoje das escolinhas de futebol. E que não raramente viram astros do dia para a noite como Neymar jogador do Santos e Lucas do São Paulo, meninos com menos de 20 anos que já deixaram para trás o estigma de promessa e são realidade.
Lapidamos o talento antes mesmo dele nascer, o primeiro presente de um menino é uma bola, o primeiro uniforme que veste é o do time de coração do pai. Se bobear a primeira palavra que exclama, é GOL! Das milhares de crianças que jogam futebol no Brasil e que sonham em disputar uma final de copa e ser campeão vestindo o manto canarinho, talvez nenhuma delas seja, olha quantos craques que não foram. Mas sonhar faz bem!
Eu sonhei, você sonhou, lembra? Se não fui, na realidade, já fui no vídeo-game; se não marquei meu gol no Maracanã, ainda sonho em marcar. “Sonhei e continuo sonhando, nunca é tarde para marcar um gol no Maraca”, meu avô me disse uma vez!
Somos um país onde a imagem de um menino que cresce e sonha em se tornar um bem sucedido jogador de futebol, continua mais presente. Somos o país com um talento impressionante para fabricar craques, agora basta esperar e ver o quão produtiva vai ser a próxima safra.
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